sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Feliz Natal

Pessoal!

Um Feliz Natal cm muita paz, alegria, amor no coração!

Fotos e msg Google, montagem Pesca Litoral
Grande abraço!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Brasileiros vão monitorar mudanças de circulação no Atlântico

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/brasileiros-vao-monitorar-mudancas-de-circulacao-no-atlantico/n1597416112429.html

Alterações nos padrões como salinidade, temperatura do Atlântico Sul podem interferir no clima global.

Os padrões de circulação das águas do oceano Atlântico Sul podem estar sofrendo transformações que têm potencial para interferir no clima global. A fim de entender esse fenômeno, um grupo internacional de cientistas instalará uma série de instrumentos de monitoramento ao longo de uma linha que se estende da América do Sul à África.

O monitoramento integra o projeto internacional Circulação do Atlântico Sul Meridional (Samoc, na sigla em inglês). Toda a parte ocidental da instrumentação será instalada e operada por pesquisadores brasileiros. Segundo Edmo Campos, do Instituto Oceanográfico (IO) da USP e coordenador do projeto, o objetivo do Samoc é monitorar a circulação das águas do Atântico Sul, já que existem indicações de que seus parâmetros estão sofrendo modificações.

“Esses parâmetros de circulação são, em última instância, o mecanismo que controla o clima do planeta. O objetivo desse grupo internacional é monitorar o Atlântico Sul para entender como ele está se comportando no presente e, eventualmente, como se comportará no futuro com as mudanças que estão sendo identificadas”, disse Campos à Agência FAPESP.

Diversas áreas do oceano Atlântico já estão sendo monitoradas pelo projeto Samoc e por diferentes instituições como a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês), dos Estados Unidos, e outras do Brasil e da Europa. Segundo ele, essas iniciativas ainda são bastante tênues, mas tendem a se tornar, no futuro, um sistema de monitoramento oceânico permanente.

“Até agora o Brasil tinha participado desse conjunto de iniciativas apenas como coadjuvante. Mas, com o projeto que iniciamos agora, poderemos dar uma contribuição significativa à formação do sistema de monitoramento”, declarou.

Quando se observam as características físicas da circulação oceânica, segundo Campos, percebe-se que as atividades mais intensas ocorrem próximas aos continentes. Por isso é importante distribuir os instrumentos ao longo da linha que vai de um continente até o outro.

“O padrão de circulação do oceano Atlântico funciona como um mecanismo que distribui calor em vários locais do planeta. Se houver alteração nesse padrão, teremos resposta no clima. E esse padrão também responde às alterações na atmosfera”, explicou.

Segundo Campos, a instrumentação, que inclui sensores de temperatura e salinidade, será fundeada – isto é, presa no fundo do mar – desde a América do Sul até a África do Sul, ao longo de uma linha que passa a 34,5 graus de latitude sul. A equipe brasileira cuidará de toda a parte oeste da rede de monitoramento. A equipe francesa ocupará a parte leste e os norte-americanos da NOAA e da Fundação Nacional de Ciência (NSF, na sigla em inglês) cuidarão da parte central.

“A FAPESP está financiando alguns instrumentos cuja função é medir o transporte – isto é, a velocidade integrada das águas em uma determinada seção. O objetivo é avaliar quanto fluido está sendo transportado e quanto desse transporte de fluido carrega calor consigo. Queremos saber basicamente quanto calor está sendo transportado através dessa linha, em direção ao norte”, explicou.

Hoje, segundo Campos, sabe-se que o clima global é fortemente influenciado pela quantidade de calor que o Atlântico Sul transporta para o Atlântico Norte. “Por isso temos que medir a velocidade, a temperatura, a salinidade e uma série de parâmetros que nos permitirão entender como está sendo alterada a dinâmica da circulação”, afirmou.

Missão para o Alpha Crucis
A idos equipamentos na parte brasileira do projeto será feito até o fim de 2012, segundo Campos, pelo navio oceanográfico Alpha Crucis, adquirido com recursos da FAPESP e gerenciado pela USP. Os instrumentos, segundo ele, ficarão em profundidades que vão de 200 metros a 6 mil metros.

“Os equipamentos não fazem transmissão em tempo real, por isso o navio precisará ir até eles algumas vezes para recuperar dados utilizando um sonar, além de realizar manutenções. Os equipamentos possuem modems acústicos e os dados são coletados quando o navio passa por cima deles. A cada dois anos, em média, será preciso recolher os instrumentos para trocar as baterias e refazer o fundeio”, disse Campos.

Segundo Campos, o projeto Samoc será provavelmente uma das primeiras utilizações do Alpha Crucis em grande escala. Sem o navio, a operação ficaria limitada, pois seria preciso utilizar navios da Marinha, que têm uma série de restrições e tornam a realização da pesquisa muito difícil.

“O Brasil tem uma tradição de pesquisa costeira, por falta de recursos, mas com o navio à disposição vamos finalmente produzir oceanografia do mais alto nível internacional”, disse.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Curiosidades - Fêmea de peixe procura amiga mais bonita para fugir de assédio

Olá pessoal! Segue curiosidade.

Machos da espécie são conhecidos por persistência. Estudo mostra técnicas que elas usam para fugir deles.


Pode parecer uma técnica estranha para seres humanos, mas em uma espécie de peixe tropical as fêmeas procuram estar perto de outras mais atraentes para fugir do assédio dos machos.
A espécie é conhecida no Brasil como “guppy”, “lebiste” ou “barrigudinho” e é uma das preferidas para criação em aquários.
Os machos são famosos por suas incansáveis tentativas de se reproduzir com as fêmeas – a um ponto que acabam impedindo que elas procurem comida ou consigam fugir de predadores a tempo.
As fêmeas só ficam receptivas ao acasalamento durante alguns dias por mês, durante o cio. Os pesquisadores estudaram um grupo que vivia em um rio e descobriu que muitas vezes fêmeas que não estavam no cio se juntavam a grupos que estavam. O objetivo era distrair a atenção dos machos e conseguir um pouco de descanso.
O estudo feito nas universidades de Exeter e Copenhague está publicado na edição desta quarta-feira (7) da revista científica "Proceedings of the Royal Society B".

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/12/femea-de-peixe-procura-amiga-mais-bonita-para-fugir-de-assedio.html

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

151 animais mortos em 35 dias

Olá pessoal! É triste mas vamos lá... vários animais estão aparecendo mortos nas praias do norte do estado de Santa Catarina - SC, pesquisadores da UNIVALI monitoram as praias e apontam que as causas para isto são as redes de arrasto, abaixo a matéria completa.

"Registro preocupa pesquisadores, que pedem fiscalização para pesca com rede

Em 35 dias, o número de animais marinhos mortos subiu de 130 para 151 entre São Francisco do Sul e Governador Celso Ramos. Por isso, o monitoramento do Litoral Norte de Santa Catarina continua sendo feito por pesquisadores da Univali. As espécies que apareceram mortas foram as de tartaruga-verde, golfinho-cinza, golfinho-pintado, toninha, baleia-jubarte e baleia-minke-antártica.

As causas, segundo o pesquisador Jules Soto, que trabalha no Museu Oceanográfico de Balneário Piçarras, é o emalhamento. Os animais caem nas redes de emalhe usadas em pesca e morrem. Já os encalhes representam apenas 7% das mortes no período.

O levantamento, que é feito há 18 anos pela equipe, reforça, segundo Soto, a importância de um ordenamento para a pesca de emalhe e alerta sobre a falta de fiscalização no litoral. Segundo ele, o que pode ser feito a partir de agora é regulamentar e fiscalizar a pesca feita em plataforma rasa, seja artesanal ou industrial. Soto diz que há urgência porque as espécies encontradas são protegidas por lei e algumas têm alto grau de ameaça."

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a3589053.xml&template=4187.dwt&edition=18529&section=2003

Abraços e até mais.