quinta-feira, 26 de junho de 2014

Carpas no sítio da família Wiggers

Olá pessoal!

Hoje trago fotos de duas carpas capturadas pelo vô Wilson Wiggers e seu neto Bernado Wiggers, ambas foram fisgadas no sítio da família.





Até a próxima.

sábado, 21 de junho de 2014

Regra que proíbe anilhas na pesca da tainha deixa 102 barcos parados em Santa Catarina

Olá pessoal!
Mais uma vez a temporada da pesca da Tainha está comprometida. Veja a matéria publicada no Jornal Hora.

Por: Marcone Tavella

Com as mãos calejadas, um casaco de zíper enferrujado e um gorro vermelho, Zumar Felício conduz o barco da família pelos costões da Barra da Lagoa em um dia de sol. Estar no mar aos 64 anos é a única alegria do homem que aprendeu a pescar aos 12 e desde então insiste em capturar da água o sustento, apesar dos pesares:
— Pescar é sofrer, pois você trabalha sempre pros outros e não sobra muita coisa pra gente. Mas pescar também é alegria, pois me tira da terra, onde os pensamentos ruins não saem de mim — diz o senhor que há oito anos perdeu no mesmo dia dois dos cinco filhos e viveu, anos depois, o fim de um casamento de 44 anos. 

O rosto que dificilmente se abre em um sorriso, mesmo em meio a piadas dos companheiros de barco, se fecha instantaneamente em rugas amarguradas ao falar da proibição do uso da rede anilhada na pesca da tainha. 

— Nunca vi a gente ter de se humilhar para poder trabalhar. Não é pedir para ganhar mais, é para trabalhar — lamenta ele, que capturou 3,2 toneladas do pescado até a mais nova interrupção (algo em torno de R$ 25 mil). 

A liminar que liberava o uso da rede de cerco, concedida pela Justiça Federal no dia 23 de maio, foi cassada na última semana pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente. 

Segundo o presidente da Federação dos Pescadores de Santa Catarina, Ivo Silva, a medida atinge 102 embarcações da pesca artesanal, em 34 colônias de trabalhadores do Litoral de Santa Catarina. Restrição que freia uma safra que já superava a do ano passsado _ 1.200 toneladas em 2013 ante 1.260 este ano _ e se encaminhava para o auge, como é classificado pelos pescadores os últimos dias de junho. 

Anilhas foram a solução

Para entender a polêmica da rede anilhada é preciso voltar no tempo. Segundo o professor especialista em Tecnologia de Pesca da Univali, Roberto Wahrlich, as argolas de ferro foram introduzidas ao longo das últimas décadas na pesca artesanal de barco como forma de adaptação. Ele conta que antes, os barcos se aproximavam da costa com redes de emalhe com mais de 1 quilômetro de extensão, em linha reta, o que acabava impedindo que a tainha chegasse próximo da praia. A tática acabava resultando em conflitos com os pescadores que utilizam as redes de arrasto e puxam o peixe para a areia. 

Ao ter de afastar o barco da costa, a extremidade da rede, que antes tocava na areia, foi se distanciando do fundo do mar e abrindo um ponto de fuga cada vez maior para o peixe, que desviava por baixo. Para evitar mais desgaste com os pescadores de praia, os donos das embarcações começaram a experimentar e a imitar outra categoria de trabalhador do mar: o industrial. 
Embarcações da Barra da Lagoa vão e voltam sem permissão para pescar a tainha (Crédito da Foto: Marcone Tavella / Agencia RBS)

A burocracia que fisgou o pescador


As anilhas surgiram, portanto, como a solução para o pescador artesanal de barco. Nesta tática, o barco se aproxima do cardume com uma rede que possui em suas extremidades as tais argolas de ferro. Quando as tainhas estão cercadas por um círculo de rede, as anilhas são puxadas e se fecham, formando um verdadeiro saco de peixe, que é erguido por um guincho mecânico ou manual _ algo parecido com o que é feito nos barcos industriais. 

O professor Wahrlich conta que em 2007, quando técnicos dos ministérios da Pesca e Meio Ambiente estiveram em Santa Catarina para levantar informações e regulamentar a captura da tainha, a existência da rede anilhada teria sido omitida pelas próprias colônias de pescadores. No ano seguinte, a Instrução Normativa 171 (de maio de 2008) acabou publicada sem incluir a rede anilhada e fisgou os trabalhadores de barco a motor, como o seu Zumar, que tem que armargar os custos da produção _ uma rede anilhada custa a partir de 30 a 40 mil reais. 

Ministérios não acompanham pesca da tainha
Apesar da Instrução Normativa de 2008, os pescadores puderam capturar a tainha em 2013 após um ato de desobediência do Ministério da Pesca. Pressionado pelos pescadores catarinenses, o órgão emitiu uma normativa temporária, sem o aval do Ministério do Meio Ambiente, que tem co-gestão sobre os assuntos pesqueiros. O Ministério Público Federal teve que intervir e invalidou a normativa, mas todo o peixe que tinha de ser pescado foi. 

Quando a safra começou este ano, em 15 de maio, tudo voltou ao rigor da lei. O presidente da Federação de Pescadores de Santa Catarina, Ivo Silva, foi então a Brasília, encaminhou dezenas de ofícios a dezenas de órgãos e sub-órgãos, mas só conseguiu uma alternativa temporária através da liminar do dia 23 de maio, do juiz Marcelo Krás Borges. O que não adiantou por muito tempo e tudo indica que dificilmente o Ministério do Meio Ambiente deve voltar atrás, na visão do professor Wahrlich. 

— É que a rede anilhada, apesar de ser usada há anos aqui, não existe para o Ministério da Pesca. Além do mais, não há qualquer acompanhamento sobre a pesca artesanal de Santa Catarina, nenhum dado estatístico oficial para avaliar o impacto que este equipamento causa ao meio ambiente. E no critério da precaução usado pelo Ministério do Meio Ambiente, quando não se tem conhecimento sobre uma coisa, não se permite fazer — afirma o especialista. 

E é assim que seu Zumar e outros pescadores vão para o mar. Sem poder fazer outra coisa, os trabalhadores se limitam a deixar rede de espera no costão para capturar anchova, corvina ou algumas tainhas que não conhece da burocracia.  

Rede de espera sendo colocada próximo ao costão da Barra da Lagoa (Crédito da foto: Marcone Tavella/Agencia RBS)
Fonte: http://horadesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2014/06/regra-que-proibe-anilhas-na-pesca-da-tainha-deixa-102-barcos-parados-em-santa-catarina-e-safra-fica-comprometida-4532240.html

terça-feira, 17 de junho de 2014

Peixe: como escolher, limpar e cozinhar

Olá pessoal!

Segue dica que encontrei no sito do ig.

Preparar pescados não é tão difícil quanto parece. Aprenda macetes e confira receitas de todos os tipos



Preparar pescados pode não ser a lição número um do aspirante a cozinheiro. Mas isso não significa que é preciso se embananar diante do fogão para fazer uma receita gostosa com o ingrediente. Peixe é alimento indispensável para a boa alimentação: ricos em aminoácidos básicos (substâncias que não são produzidas pelo nosso organismo), em proteínas com valor nutritivo (ligeiramente superiores às das carnes vermelhas) e em ômega 3, vitaminas e minerais. Tanto que os nutricionistam costumam dizer que eles devem entrar em nosso cardápio ao menos duas vezes por semana.

Aprenda a fazer essas saudáveis delícias, com as dicas de Carlos Soares, chef da rede paulistana Don Pepe di Napoli.

O salmão é dos peixes mais simples de fazer


Onde comprar
É um pouco arriscado comprar peixes em feiras livres, onde normalmente não existem condições ideais de conservação do peixe -- a menos que você tenha um fornecedor de confiança. Melhor adquiri-los em peixarias e supermercados.

Primeiros passos
Peça ao peixeiro que já venda o produto limpo e cortado de acordo com sua receita: em filés, postas ou inteiro. As carcaças não devem ser descartadas. Elas fazem saborosos caldos, se fervidas com legumes e ervas.

Ateção na hora da compra
Para descobrir se o peixe está fesco, basta prestar atenção nas seguintes regrinhas: o olho tem que estar vivo, brilhante; as guelras laterais, rosadas; o lombo com a textura de um antebraço humano; e a película interna da barriga deve estar inteira.

Hora de cozinhar
Evite usar limão ou temperos fortes caso grelhe o peixe, para não descaracterizar seu sabor. A menos que for servi-lo cru, como ceviche.


Tempere apenas com sal e pimenta-do-reino. Também não é bom deixá-los em marinada. Os líquidos ácidos cozinham o ingrediente num piscar de olhos.

Que peixe comprar?
Existem peixes mais fáceis de serem trabalhados como o salmão. Limpá-lo é simples e suas espinhas são tranquilamente identificáveis e podem ser retiradas com uma pinça, sem muito esforço. Outros têm anatomia mais difícil de lidar e exigem maior experiência com a faca -- o pintado, por exemplo. Apesar disso, a espécie vai muito bem na grelha.

Para caldeiradas, escolha peixes bem encorpados, como robalo ou cação. Carne de siri ou de caranguejo deixam o prato ainda mais saboroso.

Peixes fritos podem ser empanados em postas ou filés. Depois, devem ir à frigideira com cerca de 3 centímetros de óleo fervente, por 3 a 5 minutos ou até dourarem. Absorva o excesso de gordura com papel adequado.

Já os assados merecem atenção para não ressecarem. A dica é pincelar o peixe de vez em quando com manteiga, azeite ou o molho do preparo. O tempo de forno varia de acordo com o peso: um peixe de 1,5 quilo leva de 30 a 35 minutos para assar e, se recheados, precisam de 20 a 30 minutos a mais.
Fonte: http://receitas.ig.com.br/peixe-como-escolher-limpar-e-cozinhar/n1597394104809.html

Obrigao e até a próxima.
 

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Agenda caminhão do peixe de Itajaí/SC

Olá pessoal!!

Segue a agenda do caminhão do peixe da cidade de Itajaí/SC.

Foto google
17/06 Terça-Feira – Bairro: Itaipava
Rua Geral da Itaipava, no Pátio da Igreja Católica São Pedro.

18/06 Quarta-Feira – Bairro: Cidade Nova
Rua: Nilo Simas. No pátio da Igreja São Lourenço.

20/06 Sexta-Feira – Bairro: Cordeiros (Jardim Esperança)
Rua: Sebastião Romeu Soares. Em frente a Escola Básica Melvin Jones, e à Unidade de Saúde.

21/06 Sábado – Bairro: São Judas
Rua: Indaial – no pátio da Igreja São Judas Tadeu.

Até a próxima.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Os peixes também jogam futebol

Olá pessoal!

Copa do mundo començando hoje aqui no Brasil e lá do outro lado do mundo, no Japão, fizeram a prévia das oitavas de final entre Japão x Paraguai. Segue matéria que encontrei no site do Terra, aqui.


O duelo das oitavas de final da Copa do Mundo entre Japão e Paraguai já começou, pelo menos em um dos tanques de peixes do aquário Hakkeijima Sea Paradise, em Yokohama no Japão.

 
Um tanque do aquário de Yokohama foi decorado com um campo de futebol em homenagem à Copa do Mundo. O peixe-cirurgião azul representa a seleção japonesa e o peixe-esquilo representa a seleção paraguaia.
 
 
As cores dos peixes lembram as camisas das seleções japonesa e paraguaia. No tanque do aquário a bola é muito disputada pelos "jogadores". A "partida" é muito movimentada já que a ração dos peixes é colocada dentro da bola.

A "partida" entre Japão e Paraguai no aquário japonês tem até árbitro.


Nos campos, no futebol tradicional, quem passar de Paraguai e Japão pegará o país que levar a melhor no clássico Espanha e Portugal.


Fonte: http://esportes.terra.com.br/futebol/copa-do-mundo/2010/empolgados-japoneses-simulam-duelo-das-oitavas-em-aquario,67380cd2182fd310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

Foi pra copa, comente!

Obrigado e até a próxima.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Agenda do Caminhão do Peixe - Itajaí e São José

Olá pessoal!

Depois de um tempo sem postar a agenda do caminhão do peixe, cá estou novamente com a da cidade de Itajaí/SC e São José/SC.


Itajaí

10/06 Terça-Feira – Bairro: Cordeiros
Rua Odílio Garcia. No pátio da Igreja São Cristóvão.

11/06 Quarta-Feira – Bairro: Rio Bonito
Rua: Arquiteto Nilson E. dos Santos. Subprefeitura do São Vicente.

12/06 Quinta-Feira – Bairro: Dom Bosco
Rua: José Gall. Em frente ao pátio da Igreja Parque Dom Bosco.

13/06 Sexta-Feira – Bairro: Limoeiro
Ao lado da Unidade de Saúde local e ao Centro de Educação Infantil Antônio Merlo.
Em frente à Igreja Católica.

14/06 Sábado – Bairro: Cidade Nova
Rua: Agílio Cunha no Pátio da Igreja Católica Nossa Senhora de Fátima.


São José

11/06 - Colégio Araucária – Serraria
12/06 - Igreja N Sra do Rosário – Final da Rua Iano
13/06 - Enfrente ao Posto de Saúde – Bela Vista
14/06 - Ponto a ser definido pelo Fala, São José! – Forquilhas
16/06 - Creche Nossa Senhora Aparecida – Dona Wanda
17/06 - Ginásio de Campinas – Campinas
18/06 - Igreja São Francisco – Forquilhinha


Vou tentar manter a atualização da agenda semanalmente.

Até a próxima.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Pesca e a tradição açoriana reinam na Barra do Aririú - Palhoça/SC

Olá pessoal!

Hoje trago uma matéria feita por Marciano Diogo, publicada no jornal Notícias do Dia em 08/06/2014.

Localidade fica longe dos olhares turísticos, mas conta com paisagens naturais peculiares

Em meados do século 19 chegavam os primeiros moradores açorianos na Barra do Aririú, entre eles o Tomé de Souza, que deu o então nome da Praia e Ponta do Tomé, hoje um dos pontos mais conhecidos do bairro. Na década de 40, o bairro já contava com uma comunidade formada, com mais de 120 famílias residentes. Atualmente, a Barra do Aririú tem mais de seis mil eleitores ativos e cerca de 10 mil habitantes, porém mesmo com o crescimento exponencial dos últimos anos, a cultura açoriana ainda está viva na localidade.

Foto: Flávio Tin/ND
A Barra do Aririú é um dos bairros mais antigos de Palhoça e fica longe dos olhares turísticos, mas conta com paisagens naturais bem particulares. Entre esses pontos de belezas admiráveis está o Aterro da Praia da Barra do Aririú, onde diversos pescadores ainda mantem a herança cultural transmitida de geração em geração nos ranchos de pesca. “O bairro ainda conta com muitos trabalhadores que dependem exclusivamente da pesca, o mercado ainda resiste. No passado a base era da pesca e frutos do mar, mas atualmente a economia do bairro já depende das indústrias e dos centros administrativos da região, que emprega grande parte de nossos moradores”, afirmou o historiador Marcos João de Matos.

Conforme o historiador, as tradições açorianas do bairro tem se perdido pelas próprias oportunidades sociais oferecidas. “Com incentivo, os filhos já não querem mais seguir a profissão dos pais. Portanto são poucos que ainda são pescadores”, afirmou Matos, que é natural da Barra e também é autor do livro “Barra do Aririú como você nunca viu”.

De acordo com a Associação dos Pescadores da Barra do Aririú, cerca de 60 pescadores ainda dependem exclusivamente da pesca no bairro. “Contamos com mais de 200 trabalhadores registrados, mas somente parte deles depende exclusivamente do mar financeiramente”, relatou César Carlos Espíndola, presidente da associação. “Gosto do meu trabalho porque tenho uma autonomia maior, sem contar que trabalhar em uma área aberta em um paraíso como este, é para poucos”, brincou Adriano Martins, 24 anos, que também é filho de pescador.

A cultura açoriana do bairro também é repassada pelas poucas rendeiras de bilro que ainda restam em meio à expansão urbana de Palhoça. “É muito bom morar aqui porque é um bairro bem tranquilo, de convivência saudável”, contou Rosa Isolina Moreira, que é rendeira há mais de 60 anos e mãe de três filhos, todos nascidos na Barra do Aririú. “Enquanto Deus me der saúde, vou continuar fazendo renda de bilro”, confirmou a moradora.

Foto: Flávio Tin/ND
Investimentos e infraestrutura

A Barra do Aririú é dividida em seis localidades: Vila Nova, Pedregal, Ponto Final da Barra, Ponta do Tomé, Laranjeiras e Areias. Partes dos moradores da Barra confirmam que o bairro ainda carece de infraestrutura. “Somos um bairro bem tradicional, mas comunidade ainda precisa se unir mais para requerermos mais oportunidades para nossos jovens. Ainda precisamos de muita infraestrutura, espaços públicos para o lazer, onde a comunidade possa confraternizar”, afirmou Vanderlei Santana, presidente do Conselho Comunitário de São Tomé, que abrange o bairro Barra do Aririú. Vanderlei também é criador do projeto ‘ReAção nos bairros’, que leva mais de 200 jovens a praticarem esportes.

Diante da demanda provocada pelo crescimento do número de moradores, um posto de saúde está sendo construído no bairro. De acordo com a Prefeitura de Palhoça, a previsão é que a unidade esteja pronta no primeiro semestre de 2015. “Também iniciaremos a pavimentação asfáltica de todo o centrinho do bairro, ainda este ano”, afirmou o prefeito Camilo Martins.

A prefeitura do município também confirma que existe um projeto de revitalização do Aterro da Praia da Barra do Aririú. “Iremos humanizar a área, com a construção adequada de um passeio mais urbanizado. O projeto está pronto, só estamos fazendo algumas adequações e ainda precisamos da licitação. Mas garanto que as obras de revitalização da área iniciarão ainda este ano”, garantiu Camilo Martins.

Foto: Flávio Tin/ND
Desassoreamento do canal

O Rio Aririú, que deu o nome a Barra, tem nove quilômetros de extensão e passa por sete comunidades ribeirinhas até chegar ao mar. O processo de desassoreamento do canal que dá a Foz do Rio Aririú acesso para o mar iniciou em 2012 e deve finalizar completamente este ano, de acordo com a Prefeitura de Palhoça. Ainda em 2012 foi feita a dragagem da passagem, mas o processo não desassoreou completamente o canal de acesso ao mar. Na situação, foram investidos mais de R$ 300 mil e o trabalho não foi finalizado.

Diante da falta de navegabilidade que impedia os pescadores fazerem seus trabalhos, em 2013 o processo de desassoreamento foi reiniciado e o canal foi finalmente aberto, possibilitando o trabalho mais completo dos pescadores, que não conseguiam passar com as embarcações pela área para chegar até os ranchos de pesca. “Agora sim podemos fazer nosso trabalho com tranquilidade, a situação está bem melhor”, concluiu César Carlos Espíndola, presidente da Associação de Pescadores da Barra do Aririú.

Fonte: http://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/172690-barra-do-aririu.html

Já visitou este local? Comente!

Até a próxima.

sábado, 7 de junho de 2014

Pescadores de Balneário Camboriú capturaram cerca de 7 mil tainhas em dois dias


Olá pessoal, mais Tainhas capturadas.

Vejam a postagem do blog Tainha na Rede.


Os últimos dois dias foram de fartura para os pescadores artesanais da Praia de Laranjeiras, em Balneário Camboriú. Somente nesta quinta foram capturadas 1.850 tainhas e quarta-feira uma cercada trouxe 5.150 peixes — segundo maior número entre as safras recentes para os pescadores locais. A temporada da tainha segue até 15 de julho.

 Veja matéria completa postada no blog aqui.

Fonte: http://tainhanarede.blogspot.com.br/2014/06/deu-tainha-no-norte.html

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Tem Tainha na praia do Campeche, em Florianópolis

Olá pessoal!

Agora foi a vez da praia do Campeche, teve um lanço de 1.400 tainhas.

"Pescadores do Campeche, em Florianópolis, estão felizes com o lanço de 1.400 tainhas na manhã desta quinta-feira. Uma grande quantidade de curiosos também estive no local. A venda acontecia no momento da chegada na areia."

Vejam no link o vídeo completo da matéria, a alegria das pessoas comprando as Tainhas na praia logo que foram capturadas.

Fonte: http://ricmais.com.br/sc/jornal-do-meio-dia/videos/campeche,-em-florianopolis,-tem-lanco-de-1.400-tainhas/

Abraços e até a próxima.

Medidas mínimas para captura

Olá pessoal!

Ao visitar um loja de pesca no centro de Curitiba/PR, encontrei jornais de pesca onde a distribuição é gratuita, em uma das páginas estava as medidas mínimas para algumas espécies de peixes e compartilho com vocês.


Obrigado pela visita e até a próxima.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Em 17 dias de temporada, pescadores capturam 210 toneladas de tainha

Olá pessoal!

Segue mais um notícia da safra da Tainha.

Este ano o mar está para pei­xe. Nos primeiros 17 dias da tem­porada da tainha, que abriu no dia 15 de maio, já foram captura­dos 210 toneladas, 34 a mais que no mesmo período do ano passa­do. O pico da corrida da tainha da Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul, e da Bacia do Prata, na Ar­gentina, para águas mais quentes da costa catarinense, vai até o próximo dia 20.

Oito toneladas do peixe foram capturadas na Barra da Lagoa
“As expectativas são boas. Se soprar um vento sul e as águas esfriarem, o peixe vai encostar”, comentou o presidente da Federa­ção dos Pescadores de Santa Ca­tarina, Ivo Silva. Segundo ele, no ano passado foram capturadas 1,2 mil toneladas do peixe. Somente em Naufragados, Sul da Ilha, fo­ram pescados 16.480 tainhas. Foi a colônia campeã, entre as demais existentes em Florianópolis.

Fonte: http://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/171382-em-17-dias-de-temporada-pescadores-capturam-210-toneladas-de-tainha.html

Que venham mais!

Até a próxima.